Ursula Tautz é brasileira,  carioca –alemã-manauara. Cresceu nesse caldeirão, em meio à histórias, tradições e culturas transmitidas, heranças femininas. De suas múltiplas raízes não brotou pertencimento. Esse sentimento de ser estrangeira  levou-a a retornar ao lar de origem, à uma cidade que não existe mais. Assim questões do habitar, do pertencer percorrem seu trabalho. O tempo é um pilar de suas pesquisas assim como a memória e nos últimos anos o som vem se apresentando como uma nova forma de experimentação. A artista foi finalista do Prêmio Mercosul das Artes Visuais Fundação Nacional de Arte – FUNARTE e participou da Siart Bienal 2018 - Bienal Internacional de Arte da Bolívia em La Paz, e da residência artística  Echangeur22, que resultou na exposição “Mobilité, Immobilité”, La Chartreusse, Villeneuve-lez-Avignon, França. Em 2021 apresentará a individual O SOM DO TEMPO no Paço Imperial do Rio de Janeiro. Suas obras integram o acervo do MAR.

Ursula Tautz is Brazilian, carioca - German-manauara. She grew up in that cauldron, amidst transmitted stories, traditions and cultures, feminine inheritances. From her  multiple roots sprang no belonging. This feeling of being a foreigner led her to return to the home of origin, to a city that no longer exists. Thus, issues of dwelling, belonging travers her work. Time is a pillar of her researches, so as memory and in recent years sound has been presenting itself as a new form of experimentation. The artist was a finalist for the Mercosul Visual Arts Award National Art Foundation - FUNARTE and participated in the Siart Bienal 2018 - Bolivia International Art Biennial in La Paz, and in the artistic residency Echangeur22, which resulted in the exhibition “Mobilité, Immobilité”, La Chartreusse, Villeneuve-lez-Avignon, France. In 2021 she will present the solo show O SOM DO TEMPO at the Paço Imperial in Rio de Janeiro. works integrate the Rio Art Museum collection, MAR.